Ônibus
em São Paulo. Se a forma de remuneração das empresas for mudada,
município pode economizar R$ 360 milhões por ano, de acordo com
auditoria. Foto: Adamo Bazani.
É o que aponta o relatório da Enerst & Young sobre as contas dos serviços de ônibus e micro-ônibus na Capital Paulista.
Para isso, uma série de pontos do modelo de cálculo de remuneração das empresas devem ser mudados.
Entre estes aspectos, estão repasses por aluguel de garagens, a previsão de demanda de passageiros, o cálculo de risco das empresas, a quantidade de funcionários por ônibus e até a forma de calcular a desvalorização dos ônibus enquanto são usados.
Estes 30 milhões por mês, que correspondem a 360 milhões por ano, são correspondentes hoje ao que os empresários economizam e, que pelo modelo do contrato, são remunerados como se não houvesse esta economia.
O secretário municipal de transportes, Jilmar Tatto, disse que no próximo edital de licitação do sistema serão elaborados novos padrões para definir os custos.
A prefeitura estuda já incluir no próximo edital a meta dos 150 quilômetros de corredores de ônibus que se concluídos mudariam as estimativas de demanda, remuneração e até mesmo o tipo de frota na cidade.
O edital que deve ser lançado no ano que vem deve prever a obrigatoriedade de ar condicionado nos ônibus.
O secretário Jilmar Tatto reconheceu as falhas atuais na fiscalização e na aplicação de multas. Para isso, a prefeitura estuda aprimorar a tecnologia para registrar as infrações das empresas e cooperativas.
Os fiscais da SPTrans devem no próximo ano usar smartphones com aplicativos para autuar as prestadoras de serviço.
Fonte: http://onibusbrasil.com/blog/2014/12/18/prefeitura-de-sp-poderia-economizar-r-360-mi-por-ano-com-o-sistema-de-transportes/
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